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As redes sociais continuam mostrando fôlego. Nessa segunda-feira, foi apresentado no SunTechDays, em São Paulo, o Zembly, plataforma que permite aos desenvolvedores (e mesmo não desenvolvedores) criar e combinar pequenos aplicativos para redes sociais e ainda adicionar novas funcionalidades.
O novo serviço fornece um ambiente para desenvolvimento (próximo aos IDEs, dos desenvolvedores), mas diretamente na web – os aplicativos devem ser desenvolvidos em Javascript. Existe também funcionalidades para testes e depuração diretamente na ferramenta, além da hospedagem gratuita.
Usando uma API fornecida, o desenvolvedor pode integrar serviços disponíveis no Facebook, Meebo e integrá-los com iPhone apps, Google gadgets, widgets e outros.
Segundo Sang Shin, evangelista da Sun e palestrante no evento, o serviço pretende ser um “wikipedia para redes sociais”. Essa afirmação é confirmada diretamente na homepage do próprio site.
Ainda segundo Sang, o serviço, hospedado pela própria Sun, ainda está em estágio de beta. Questionado sobre novas funcionalidades, como a possibilidade de armazenamento de dados, ele afirma que “o serviço irá evoluir conforme a necessidade e uso da comunidade. Entretanto, os próprios desenvolvedores poderiam desenvolver um serviço de armazenamento como esse e disponibilizá-los para outros usuários”.
Fica a idéia: que tal um serviço como esse hospedado no Cloud do Google?
Para quem precisa rodar mais de um sistema operacional na mesma maquina, uma opção simples e prática é o VirtualBox, produto desenvolvido pela Sun.
Apresentada no SunTechDays 2008 e disponível para download gratuito, a máquina virtual permite instalar e executar, por exemplo, Windows em de uma máquina rodando Linux como sistema operacional principal, sem a necessidade de fazer (re)particionamento, dar múltiplos boots etc.
Claro, o contrário também é verdade – podemos rodar Linux dentro do Windows. E o mais interessante, você pode executar um sistema operacional em cada janela, simultaneamente – claro, dependendo da capacidade da sua máquina.
O sistema já roda em diversas versões do Windows, distribuições do Linux e MacOS. É possível ainda configurar aspectos como memória e espaço em disco para cada sistema operacional instalado.
Pode ser uma opção para o usuário Windows que gostaria de se aventurar no mundo Linux, com baixo impacto, sem ter que trocar radicalmente, reformatar, com todo o esforço de migração. Também é uma boa opção para desenvolvedores, que precisam testar suas aplicações em diversos SOs diferentes, ou simulando acesso externo para aplicações web.

Artigo interessante sobre como os mashups estão popularizando o uso de aplicações de Business Intelligence - tradicionalmente restritas a matemáticos e estatísticos - para o grande publico.
Não acho que se trate de salvar ou não o BI, mas sim de ampliar a base de usuários efetivos desse tipo de sistema, trazendo novas e melhores aplicações.
Vejo isso como uma evolução natural, como a que ocorreu com a própria internet, no inicio restrita aos meios militares e acadêmicos, mas que alcançou seu potencial máximo (até agora) quando a maioria da população passou a ter acesso. A ampliação da base de usuários e aplicações somente faz aumentar a demanda por novas soluções, levando a um ciclo positivo de crescimento.
É interessante também o termo BI 2.0… será que temos mais uma buzzword?
Leia mais detalhes no Computerworld:
A Web 2.0 pode salvar o BI?.
Desaparecem empresas específicas de Business Intelligence.
It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but the most responsive to change